sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pesadelo

Como sempre imaginei.
Alguém capaz de dizer.
Não! E se calar então.
Fingir, não sei.
Pois não conseguia entender.
Mas o silencio fala muito mais além.
Foge da compreensão talvez.
Diz coisas que não tem que dizer.
Magoa, entristece e castiga.
Faz da imaginação.
Um caldeirão de opções.
Dita regras sem escrever.
Diz palavras que geralmente não diz a ninguém.
Dá insônia.
Ansiedade.
Acorda a maldade.
Para outros acende chamas.
Dá liberdade.
Conduz ao desconhecido.
Traz a luz da esperança.
E até a eterna  saudade.
Que geralmente fica guardada.
Abandonada e eternizada.     

(Armando)

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